IN PROCESS

Exposição coletiva IN PROCESS

 

Galeria Gravura, Corali Cardoso e Rodrigo Corrêa há seis anos produzindo  exposições com temática pouco comum, este ano subvertem mais uma vez a ordem natural das coisas com a exposição coletiva IN PROCESS. Uma exposição não acabada, não colocada de maneira usual. IN PROCESS é uma exposição que acontecera ao contrário. A exposição abre em um cenário onde cada artista apresenta uma tela já executada anteriormente, ocupando as duas salas da galeria, postas cuidadosamente no chão, como em um atelier comum. Nessa noite, alguns artistas com interesse, escolhidos  ou sorteados estarão pintando diante do público as telas que realmente participarão da exposição. Nos 30 dias seguintes, todos os artistas, escalonadamente, em horários variados, combinado anteriormente, convenientemente a todos, pintarão suas obras na Galeria Gravura em transmissão ao vivo pelas redes sociais. Neste momento, o artista terá a oportunidade de interagir com o público da Galeria Gravura aproximando-se e interagindo com todos. Ao final dos 30 dias de execução, cada artista apresentará sua obra concluída. As obras expostas no chão, que fazem o cenário, são retiradas e as obras executadas são colocadas nas paredes como em uma exposição usual. Acontece então, não uma vernissagem, mais sim uma “finissagem” numa única noite. Ou seja, uma exposição ao contrário. IN PROCESS trata do ato da execução, do processo criativo, das dúvidas e das certezas na execução da obra. O ato, o momento, toma o lugar do resultado. A obra de arte assistida no exato momento de sua criação.

 

Art South Brazil in Miami

Galeria de arte porto alegrense leva exposição coletiva para Miami

 

A Galeria Gravura inaugura a exposição “Art South Brazil in Miami”. O coquetel de abertura ocorre no dia 1º de fevereiro, a partir das 19h, e a exposição ficará disponível para visitação até o dia 14 de fevereiro, no espaço Art & Design Gallery, localizado em Miami, nos Estados Unidos. A galeria de Miami –  Art & Design Gallery – possui um portfólio com artistas de diferentes partes do mundo, e atua como um catalisador entre o autor, seu trabalho e o mercado.

 

Para compor a exposição, a Gravura chamou os principais integrantes de seu acervo. Alguns já consagrados e outros mais jovens, porém todos qualificados para dar este passo na América do Norte. A iniciativa de internacionalização foi uma consequência natural do esforço contínuo da Galeria em outras atividades, como sua extensão na praia de Atlântida, onde se afirmou no calendário cultural, além de sua escola de artes que conta com cursos e oficinas ministrados por professores renomados. Assim, a Galeria Gravura dá um importante passo para a inserção de sua imagem e de seus artistas em um ambiente globalizado e referencial na indústria criativa e no mercado de arte.

 

A exposição internacional será constituída exclusivamente por pinturas. Os artistas selecionados para exibir suas obras foram: Ana Mähler Angela, Zaffari Benjamin Rothstein, Britto Velho, Clara Pechansky, Dirce Fett, Inês Benetti, Ivone Rabelo, Leticia Demeuse, Lorena Steiner, Marcelo Hübner, Maria Inês Rodrigues, Mariana Sperotto, Marion Lunke, Marisú Buquet, Nara B. Sirotsky, Ondina Pozoco, Rosamaria Feltrin, Roseli Deon, Suzi Etchepare e Tity Pons.

A visitação poderá ser feita entre os dias 2 e 14 fevereiro, de segunda à sábado, das 10 horas até as 18 horas, e a entrada é franca.

 

Serviço:

Evento: Art South Brazil in Miami

Onde: 8650 Biscayne Blvd #2, Miami, FL 33138, USA.

Visitação: Dia 2 a 14 de fevereiro, de segunda à sábado, das 10 às 18 horas.

Site: www.gravuragaleria.com.br/ www.adgallery.miami

Telefone: (51) 3333.1946

 

 

 

 

Coletiva Check In com arte no Radisson Hotel

Gravura Galeria de Arte e Hotel Radisson Porto Alegre promovem nova edição do Check-in com Arte

 

A partir do dia 13 de dezembro de 2017, com coquetel de abertura marcada para às 19h, a Gravura Galeria de Arte e o Hotel Radisson Porto Alegre apresentam a segunda edição do projeto “Check-in com Arte”. O intuito é que exposições coletivas dos artistas representados pela galeria sejam levadas ao lobby e mezanino do hotel, para que os hóspedes e visitantes possam conhecer o trabalho de grandes artistas gaúchos.

 

Nesta edição serão apresentadas obras dos artistas: Alenyr Ávila, Arminda Lopes, Cassio Raabe, Cristina Leal, Elisa Zattera, Lorena Steiner, Lou Borghetti, Magna Sperb, Marcelo Hübner, Maria Luiza Cangeri, Paulo Amaral, Rita Gil, Rosali Plentz, Susan Mendes, Victor Hugo e Vitor Senger.

 

Telas, esculturas e pinturas farão parte da exposição, que mostrará uma grande variedade de técnicas e individualidades de cada artista. Todas as obras expostas no “Check-in com Arte” poderão ser comercializadas. O coquetel de abertura ficará por conta do maravilhoso restaurante Don Pallesi. O horário de visitação é diariamente das 8h às 20h. Mais informações pelo e-mail gravura@gravuragaleria.com.br ou pelos fones (51)3333-1946 e (51)99666-3972.

 

“Check-in com Arte”

Data: A partir de 13 de dezembro de 2017.

Coquetel de Abertura: 13 de dezembro de 2017, às 19h.

Visitação: Diariamente, das 8h às 20h.

Local: Hotel Radisson Porto Alegre (Av. Coronel Lucas de Oliveira, 995).

 

Ivone Rabelo

Ivone Rabelo
Galeria Gravura 05 a 29 de abril de 2017

Quem nunca contemplou um jardim?
Os Jardins são pequenos oásis em meio a selva de pedras das grandes cidades e essenciais para o contato do homem com a natureza. Na história da arte, foram representados em diversas épocas e estilos. No impressionismo, Claude Monet cultivou e pintou seus jardins e hoje podem ser visitados e admirados em seus quadros, uma memória que se perpetua.
Ivone Rabelo, bióloga de formação, traz consigo a memória dos jardins bem cuidados pela mãe, irmãs e vizinhos na pequena Paciência, localidade do município de Taquara, onde morava no tempo de infância. Seu pai colhia, todas as manhãs, uma flor de Jasmin que cheirava demoradamente antes de colocar no bolso do casaco a caminho do trabalho. Esta memória afetiva impulsionou e direcionou as escolhas da artista para desenvolver seu processo criativo.
Hoje caminha pela calçada do seu bairro e coleta folhas dos jardins de seus vizinhos na cidade grande. Estas são folhas de flecheras, coqueirinhos e palmeirinhas que serviram de inspiração para suas pinturas.
Ao iniciar uma pintura desta série, a artista deita a tela no chão, sobrepõe as folhas e borrifa uma tinta bem diluída conduzindo a água e criando caminhos no espaço pictórico. Busca cobrir o tecido criando manchas na primeira camada e aos poucos sobrepõe com mais folhas e mais tinta, vai aproveitando os espaços vazios e cobrindo algumas partes e deixando aparecer outras que estão no último plano gerando profundidade na composição até encontrar a harmonia e a estética que tanto lhe interessa. Cada quadro tem uma gama de cores previamente determinada e o conjunto destes apresenta um jardim no interior da galeria.
O Jardins da Memória de Ivone são uma consequência da sua admiração pela natureza e uma forma se conectar com ela e perpetuar lembranças gostosas do tempo de menina.

Clara Pechansky -evento paralelo Kombina

Clara Pechansky

REVISÕES DO ENIGMA
Obras recentes
Abertura – quinta-feira, 10 de novembro de 2016, às 19h30
Visitação de 10 de novembro a 3 de dezembro de 2016
Gravura Galeria de Porto Alegre
Rua Corte Real, 647
As obras expostas estarão à venda, e parte da renda será destinada ao LAR DA CRIANÇA ANNE FRANK.
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ATIVIDADES PARALELAS À EXPOSIÇÃO “REVISÕES DO ENIGMA” na Gravura Galeria:
Dia 26, sábado, às 11 horas – KombinaFest:
A obra e a infância de Clara Pechansky são retratadas no livro “Clara, Clarita, Ita”. Esse livro acompanha o minimuseu da Kombina que desde 2015 circula pelo Estado mostrando de forma interativa as imagens criadas pela artista.
Uma promoção especial do Projeto Kombina está programada por Clara Pechansky e Christina Dias para o sábado dia 26 de novembro, às 11 horas: as três Kombinas vão estacionar na Corte Real, 647, endereço da GRAVURA GALERIA DE PORTO ALEGRE com seus animadores, livros, brinquedos e curiosidades. A atividade se destina a crianças e adultos, e visa despertar o lado lúdico dos adultos, enquanto explora o brinquedo e a literatura com as crianças. Obras de Clara estarão no cenário da atividade, bem como o livro/jogo “Clara, Clarita, Ita”, escrito por Christina Dias.
Dia 29, terça-feira, às 19h30 – Projeções do documentário “Clarita”
Dirigido por Flávia Seligman, o filme será projetado no dia 29 de novembro, às 19h30min, na Gravura Galeria de Arte, com comentários da artista e de participantes do filme. Para o público haverá um sorteio de duas gravuras intituladas “Tempo”, imagem original especialmente criada pela artista para comemorar os 20 anos da galeria.
Sorteio de gravuras
“Tempo” , imagem original criada por Clara Pechansky, é uma serigrafia com tiragem de 60 exemplares, cada uma colorida à mão, de maneira a que nenhuma cópia seja igual à outra.
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REVISANDO O ENIGMA
Encerrando as comemorações de seus 60 anos de trajetória, e após o sucesso de sua retrospectiva “REMEMÓRIAS” no Margs, Clara Pechansky realiza uma nova exposição, desta vez na Gravura Galeria de Arte de Porto Alegre.
Celebrando 20 anos de existência, a galeria vai acolher uma colorida mostra de obras recentes, denominada “REVISÕES DO ENIGMA”, com abertura quinta-feira, dia 10 de novembro, às 19h30.
A artista vai ocupar as duas salas da galeria com uma série de obras inéditas, onde revisita seus personagens, mas os apresenta em novas configurações, numa pintura que explode em cores. Percorrendo a exposição, o visitante vai poder constatar que a artista vai do rigor à ternura, em obras alegóricas e instigantes.
Clara Pechansky mostra nesta exposição uma sequência de trabalhos que têm como ponto de partida o General, um dos personagens/ícones da artista, e vai se desenvolvendo até chegar à Dama, com seu cortejo de músicos e mágicos.
AS MARCAS DO DESENHO
Clara Pechansky produziu desenhos, gravuras e pinturas durante os anos de 2015 e 2016. Ela faz questão de deixar visíveis as linhas originais do desenho, de forma que o observador possa acompanhar o pensamento da artista, desde o esboço inicial até o colorido final. As várias camadas de tinta acrílica e pastel seco não cobrem o desenho original: ao contrário, permitem que ele transpareça. São desenhos/pinturas ou são pinturas/desenhos, saturados de amarelos e vermelhos, com ênfase em figuras enigmáticas, no sonho, na fantasia e na passagem do tempo.
A GRANDE AVENTURA DO OLHAR
As obras desta coleção têm os sugestivos nomes de “Enigma”, “Mistério”, “Segredo”, “Aventura”. É como se a artista convidasse o visitante a mergulhar no grande universo de cores e traços que compõe a sua obra.
Além de telas, Clara apresenta desenhos e colagens criados a partir de 2015. Segundo as curadoras Paula Ramos e Joana Bosak, “as colagens recentes recuperam o que habitou os olhos e as percepções da jovem Clarita, na Pelotas natal. Percorrendo os corredores das lojas de tecidos mantidas pelo pai e pelo avô, Clara observou, tocou e aproximou padronagens, cores e texturas. São elas, novamente, que esperam a aderência às memórias revoltas que a obra retorna e descarrega, absorvidas, depuradas e devolvidas, generosamente, através do desenho”.
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As obras expostas estarão á venda, e parte da renda será destinada ao LAR DA CRIANÇA ANNE FRANK.

 

Denise Giacomini e Susan Mendes

RAÍZES DA PEDRA

 Fui criado no mato e aprendi a gostar das coisinhas do chão –  Antes que das coisas celestiais.

(Manoel de Barros, do Livro Retrato do Artista Quando Coisa)

Assim, sem comentários, Van Gogh escreveu:“Provavelmente, a vida é redonda.” (Gaston Bachelard, A Poética do Espaço)

Não há como falar da arte de Denise Giacomoni sem antes falar dela própria. Quem a conhece sabe de sua estreita ligação com a terra e tudo que a circunda. Importa muito também a questão geográfica. Por mais que circunde o mundo, sempre voltará às raízes; a sua terra natal.

O sitio é o seu laboratório natural, lugar que investiga tudo o que nele encontra. Observa e tenta compreender a lógica da natureza. Ali, se transforma em catadora de formas. Olha para a terra e vê raízes expostas, as enxerga como veias em que circulam o sangue da natureza. Junto das raízes, as pedras, a água, os  galhos, as folhas secas, as penas de aves… Ela usufrui de cada minuto, de cada coisa que toca. Tal qual a criança encantada com os novos brinquedos.

Denise segue traçando e colecionando seu inventário pessoal. O lúdico habita  nela. Em um verso, Paul Claudel diz:“Quem mordeu a terra, conserva-lhe o gosto entre os dentes.”  (Gaston Bachelar, A Terra e os Devaneios do Repouso)

Não é de hoje que ela pinta. Também já experimentou outras formas de expressão plástica. Mas, elegeu a pintura.

Nesta exposição, Denise nos mostra pinturas abstratas e uma forma que se repete. Desenho este que nos remete a forma mais elementar da natureza: o círculo. O redondo com todas as suas possibilidades e variações de desenho e cor.

As pedras, as raízes, as árvores, o corpo humano, o globo terrestre… Tudo é redondo. A natureza não produz quinas. Tudo nela é circular. Até mesmo o menor grão de areia que, ampliado, mostra sua forma arredondada. A pedra nasceu para ser selvagem, solta como seixos ou encravada em montanhas.

As pinturas desta mostra recriam a natureza circular. Também trazem cores leves, com a predominância do branco, o qual, aliás, contêm todas as cores e traz beleza a este conjunto de obras. Brindemos com a Denise por esse momento tão especial.

 

… E, na paisagem arredondada, tudo parece repousar.(Gaston Bachelard, A Poética Do Espaço)

 

Julho de 2015

Elizethe Lou Borghetti

Artista Plástica

 

 

Perfeita Imperfeição

 

Adoramos a perfeição, porque não a podemos ter; repugna-la-íamos se a tivéssemos. O perfeito é o desumano porque o humano é imperfeito. (Fernando Pessoa, Livro do Desassossego)

 

Susan Mendes usou, para o título de sua primeira exposição individual, duas palavras que se opõem na forma e no significado. Mas, na arte os significados são mais subjetivos. Nem sempre o que é perfeito é belo e, nem sempre, o que é imperfeito é feio. Nas suas figuras femininas, Susan trabalha a forma da mulher real, com seus volumes e curvas. Mas é preciso considerar, antes de qualquer coisa, que estamos falando de pintura. Botero em uma de suas entrevistas proclamou que não pinto só figuras volumosas. O que de fato me interessa é o volume e são formas sensuais. Não estou aqui fazendo análises psicológicas das minhas figuras volumosas. Quero falar de pintura, da boa pintura e de seus desafios.

Susan desenha de modo incansável. Usa vários tipos de materiais. Faz colagens e incisões sobre papelão. Este, um tipo de papel resistente com miolo ondulado que um dia serviu para caixas de mercadorias e, agora, ganha novo e nobre uso. Recolhe fardos desta sucata nas ruas, não apenas com a intenção  de reciclar, mas porque percebe força neste suporte. Força esta que aparece nas suas imagens.

Quando olho para o trabalho da Susan, pergunto-me: — Estamos diante de desenhos, de pinturas ou, quem sabe, de esculturas? Estamos acostumados a classificar e a conceituar as coisas de modo lógico, mas nem sempre é tão fácil. Penso que, neste caso, temos um pouco de cada. Como disse Mário Quintana: Por que prender a vida em conceitos e normas? / O Belo e o Feio.., o Bom e o Mau… Dor e Prazer… / Tudo, afinal, são formas / E não degraus do Ser!

Gosto de observar a profunda conexão e concentração no seu fazer de “artífice”. Susan pensa e faz. Traz em seus trabalhos a beleza das linhas que formam desenhos precisos, a suavidade da pintura, quase como aquarela, mesmo quando o fundo é preto ou vermelho intenso. Essas mulheres volumosas parecem querer sair da tela. Elas se agigantam feito esculturas em busca dos pés. Susan tem o olhar voltado para as monumentais figuras de Michelangelo.

Olhando atentamente,  vemos ainda outra dicotomia, para além do perfeito imperfeito. Há, nestas mulheres, certo recato e silêncio, mas também a ousadia de musas. Uma voz que ecoa segura e sólida,  sensual e firme. Suas figuras chegam antes do nosso olhar encantado.

Nesta árdua tarefa de escrever sobre o universo criativo e tão particular, termino com um trecho de um dos meus livros prediletos: As coisas estão longe de ser todas tão tangíveis  e dizíveis quanto se nos pretendia fazer crer; a maior parte dos acontecimentos  é inexprimível e ocorre num espaço em que nenhuma palavra nunca pisou. Menos suscetíveis de expressão do que qualquer outra coisa são as obras de arte, seres misteriosos cuja vida perdura, ao lado da nossa efêmera. (Rainer Maria Rilke; Cartas a um jovem poeta)

Brindemos com Susan neste momento de pura emoção!

 

Elizethe Lou Borghetti

Artista Plástica

Victor Hugo Porto

“Qual é a sua máscara?”

Exposição coletiva “Qual é a sua máscara?”

11/06/15 a 04/07/15

A exposição “Qual é a sua Máscara?” tem a intenção de abrir uma discussão sobre as máscaras humanas, seus disfarces, tristes, brincalhões, protetores, administradores da vida em todos os aspetos estéticos, psíquicos e associar ao que esta máscara possa nos representar tanto na vida social quanto política.
Sugerida por Corali Cardoso e Rodrigo Corrêa, a Gravura Galeria de Arte convida para a exposição “Qual é a sua máscara?”. Uma exposição interativa onde o público poderá manipular, vestir e fotografar-se usando a máscara do seu artista preferido. O público será estimulado a interagir com as obras e colocar seus selfies em suas redes sociais, bem como nas redes sociais da Galeria Gravura.

Artistas participantes: Ana Aita, Biba Mattos, Corali Cardoso, Eduardo Rick Martins, Josephina Kern, Ondina Pozoco, Margarida Stein, Maria Inês Rodrigues, Ondina Pozocco, Rodrigo Corrêa, Sandra Krawetz, Silvana Botter Maio Rocha, Tita Macedo e Valeska Lajus.
Abertura da exposição: 11/06/15, quinta feira, às 20h. Visitação até 4/7.

Coordenação: Regina Galbinski Teitelbaum.

Moni Fischer e Rosali Plentz

Gravura Galeria de Arte apresenta duas exposições simultâneas de Moni Fischer e Rosali Plentz

A Gravura Galeria de Arte recebe no dia 12 de maio duas exposições: “Na Busca do Desigual”, de Moni Fischer e “O Olhar Invisível” de Rosali Plentz. Nas mostras, ambas partem de trabalhos fotográficos sobre a desigualdade com intervenções artísticas. A vernissage simultânea inaugura o novo espaço da Galeria, a Sala Nova, que receberá as obras de Rosali Plentz. Para compor seu trabalho partindo da fotografia, Rosali capturou momentos e transformou a imagem banal, reconhecida em qualquer parte do mundo, numa imagem não visível, com sobreposições de desenhos e texturas.

Segundo Ana Zavadi, Curadora Adjunta da Bienal do Mercosul, na obra de Rosali Plentz, “A linha que está presente em toda a série de trabalhos é mutante e significativa, pois é a essência da poética de Plentz. A fotografia é usada como pré-texto para as construções e ao hibridizá-la com o desenho surgem novas aberturas para continuar a investigação até chegar ao desenho puro. O uso do preto e branco contrasta com algumas cores sutis e geram tessituras para o olhar.”

A artista Moni Fischer relata por meio das obras com técnica mista, aquarelado e acrílica, as emoções através do repetido, do igual, tornando um momento único e desigual. Seu trabalho estará exposto na Sala Negra.

“Nesta exposição, relato as emoções através do repetido, do igual. Da dor através da injustiça com a obra “Banho”, que retrata o local onde judeus deixavam seus sapatos antes de seu “banho”, que na verdade seria a câmera de gás que os levaria à morte no campo de concentração Auschwitz-Birkenau, na Polônia. Da esperança de fiéis em frente à Igreja Nosso Senhor do Bonfim, na Bahia, com as fitinhas na obra “Esperança”. Da leveza através de uma flor na obra “Simplicidade”. Do amor tão desejado com broches cravados no peito com nome do seu amado na obra Romeu. O ser humano precisa abrir os olhos e voltar a olhar no olho, não através de foto, de rede social. Sentir a mão de seu filho, o abraço do amigo, colocar o pé na areia. Viver cada minuto, sendo único e desigual.” Conclui Moni Fischer.

O resultado deste trabalho poderá ser conferido na Gravura Galeria de Arte, na rua Corte Real, 647 na abertura da exposição no dia 12 de maio às 20h.

Rosali Plentz
Em 1979, graduou-se em Licenciatura Plena em Educação Artística pela Universidade de Caxias do Sul, RS. Cursos de aperfeiçoamento teórico e prático com professores como Carlos Fajardo, Jailton Moreira, Charles Watson, entre outros. Participa de exposições coletivas e salões desde 1977 na “Arte” e “Geografias da criação- Arte, Moda e Design” em 2014.
Moni Fischer
Em 2012, levou suas obras para exposição em Berlim, Alemanha. Em 2014, retornou a Berlim, trazendo na bagagem técnicas diferenciadas. Seus quadros estão expostos em locais públicos incluindo UFCSPA- Universidade Federal de Ciência da Saúde de Porto Alegre, Sociedade Aliança de Novo Hamburgo, Sede da AMO – Associação Assistência ao Menor em Oncologia.

Serviço:
O que: Abertura das Exposições: “O Olhar Invisível” e “Na Busca do Desigual”
Onde: Gravura Galeria de Arte – Rua Corte Real, 647
Abertura: 12 de maio às 20h.